Acerca de mim
Contos do meu Mundo
Sejam Bem Vindos ao Mundo dos Contos de Fadas, onde todos podemos elevar nossa imaginação.
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Novo Começo
Depois daquele turbilhão de emocões ergui a cabeça e pensei "tenho de mudar, o meu mundo mudou, apenas tenho de me adaptar ao que estou a viver agora sendo
eu!". Vesti me e fui até a sala de convivio, onde se encontravam todos os que tinha conhecido.
- Olá Akasha! Então resolveste sair do teu ninho e vir confraternizar conosco? - disse o Andrew em tom de gozo.
- Não sejas parvo Andrew! Ainda assustas a rapariga! - disse Nadine. Todos me pareciam simpaticos.
- Então e o que te traz por ca? - perguntou Liza.
- Resolvi vir conhecervos melhor, afinal agora vou estar com voces... - disse meio envergonhada.. sim eu raramente me sinto envergonhada ao pe de pessoas,
mas era tudo novo e eu nunca tinha visto ninguem como eu, ou como eu vivi. Encarei o como uma nova etapa da minha vida.
- Querida vieste ter conosco! Estou tão feliz! Senta te, come qualquer coisa. - disse Donavan, estava radiante com a minha ideia de tentar socializar.
Ao fundo da sala, onde havia pouca luz vi o cabelo alaranjado de Mikas. Estava sentando numa poltrona que estava virada para a parede, ao lado tinha uma luz
que brilhava por cima dele. Fui ter com Donavan e tentando que ninguem ouvise...
- Donavan - susurrei.
- Diz querida. -
- O Micas é sempre assim? - Perguntei.
- O Micas é um rapaz complicado querida, ele fora um dos melhores agentes que "ELES" tiveram. Ele e a namorada completavam todas as missoes que lhes eram
dadas. Por muito tempo eles foram elogiados e galardoados os melhores. Quando numa missão ele viu a namorada com um dos vilões e despedaçou lhe o coração.
Ele desistiu, ela entrou para o comité dos vilões. E como sabes "eles" nao gostam de pessoas que desistem, nós trouxe mo lo para ca e acredita que foi um
caso dificilimo de lidar! Mas ele agora ta melhor, embora as vezes desapareça a noite, o que estranhamente não tem contecido nestes ultimos dias..- disse
Donavan pensativo.
- Donavan eu confio em ti e o que eu te vou dizer vai ficar entre nos, e vai parecer maluquice minha tambem mas...-
- AKASHA! TAS AQUI! vem ter conosco, nos vamos jogar um pouco snooker!- disse Andrew quase a expludir de tanta alegria! O que me fez saltar de susto!
- Andrew eu ja vou ter com voces, eu tou a falar com o Donavan uma coisa importante. - disse.
- Uuh Donavan depois quero saber quem é o felizardo que ja roubou o coração a esta bela donzela! - disse rindo se.
- Não é nada disso... - disse num tom um pouco frio.
- Se não é isso é algo grave e agora és dos nossos e não segredos para conosco! Diz la quem é que te fez mal?! - disse Andrew num tom sério e engraçado.
- Tambem não é isso. - disse com um sorriso.
- Ó diache! Se não é amor nem desgraça então é o que? - perguntou.
- Andrew por favor chega de perguntas e afirmações, ela ja vai ter convosco. - Disse Donavan.
- Ó diache! A coisa não ta bonita não, de qualquer maneira ira se saber mais cedo ou mais tarde, aqui sabe se tudo... Ate ja pessoal! - e foi a correr para
a outra sala.
- Desculpa, continua querida.- Disse Donavan com cara de serio para mim.
- Bem o que eu queria dizer, vai soar uma doidice mas... o Micas lembra me alguem, com quem eu vivia e partilhava todas as minhas noites. Tinha o cabelo da
mesma cor, os olhos são quase iguais... so que um deles tem olhos de gato... - Donavan olhou para mim espantado e confuso.
- Sim, o que eu quero dizer é que o Micas é parecidissimo com o meu gato, mas não é um gato... animal... - disse eu baralha tambem.
- Queres ver que ele tem algum poder? Oh Meu Deus!- Disse Donavan todo espantado. Eu dei uma gargalhada e pensei "São todos doidos, mas boas pessoas, gosto
deles.".
- Ele ontem veio ter comigo ao quarto e comportou se de uma maneira um pouco... estranha...-
- Ele gosta de ti! Se ele for o teu gato ele gosta de ti! Ta na cara querida! Eu se fosse a ti ia ter com ele, anima lhe um pouco os animos coitadinho.- ao
dizer isto Donavan empurrou me para ao pe do cadeirão onde estava Micas, sossegado a ler. E sem que eu conseguisse dizer mais nada..
- Micas! Esta aqui uma pessoa que quer dar te uma palavrinha...-
- O que?!- disse eu baixinho.
- Eu tenho coisas a fazer se precisarem de mim sabem onde estou, ate ja queridos! - acabou de falar e virou as cotas.
- Querias falar comigo? - disse Micas olhando para cima e menos envergonhado.
- S-Sim...- disse, ficou um momento estranho, tivemos uns minutos a olhar nos, e a olhar pa todo o lado..
- Entao e... o que querias falar comigo? - disse Micas, estranhamente desta vez não estava nada envergonhado, nem parecia o mesmo!
- Pois.. eh... que isto é... acolhedor estar aqui... - Não me veio nada mais parvo a cabeça para dizer! Ao que ele se rio do que eu disse! É impressão minha
ou os papeis inverteram se?
- É, de facto, apreciar um bom livro na minha paz é acolhedor..- disse me calmo e com um sorriso no rosto.
- Eh pois se calhar vim incomodar te, depois falamos noutra altura, é melhor.- disse a tentar esquivar me daquela embaraçosa situação, mas ele agarrou me no
braço e sentou me no banco que estava em frente a poltrona.
- Não estas a incomodar, ate gostei que viesses falar comigo.- disse me sorrindo, e de repende o meu estomago ficou inquieto. É verdade que não comia ha
horas!
- Ainda bem, entao... e estas a ler o que? - perguntei eu sem assunto.
- Era sobre o livro? - perguntou desconfiado.
- N-Não...- de repente ouviu se um grande "ROONK" da minha barriga, estava mesmo com muita fome.
- Vejo que estas com fome, podemos ir a cozinha buscar qualquer coisa para comeres e falamos no caminho. - disse com um ligeiro sorriso e eu sem saber o que
havia de dizer!
- Obrigada, mas eu vou buscar algo para comer e vou para o meu quarto...- disse levantando me em direção a cozinha.
- Esta bem, quando quizeres falar eu estou por aí.- eu sei que ele estava a olhar para mim e a sorrir, mas apenas virei um pouco a cara, não conseguindo ver
o seu rosto.
- Está bem. - Disse lhe retribuindo o sorriso.
Cheguei a cozinha, procurei as taças, cereais, que fiquei felissisima por encontrar os que mais gosto, e tambem tinham leite de soja! Realmente sabem tudo!
Procurei os talheres e fui comer para o meu quarto.
Quando acabei pus me a olhar pela janela, o céu estrelado, a reflectir todos os dias que passaram, os acontecimentos que se sucederam e como isso tinha
mudando um pouco de mim, talvez estivesse a conseguir finalmente encontrar me. Mas agora tinha aquela estranha sensação na cabeça de que o Micas era o meu
gato, por mais estupido que isso parecesse. E mesmo assim não podia ser!.. Eu estava demasiado envergonhada ao pe dele e isso não acontecia se ele fosse
mesmo o meu gato... ou estarei errada?
terça-feira, 10 de maio de 2011
Emoções

O que esta a acontecer? tudo esta a desmoronar, a andar a roda... não para...
Pessoas que conheço, eu estou ali ao fundo, parada no chão, todos aqueles que me rodeiam, que me magoaram outrora todos juntos a minha volta. Tenho medo de me aproximar, mas se recuar nunca saberei o que aconteceu.
Tenho de la ir, tenho de saber o que se passa.
-O que se passa?-
Estão todos a olhar para mim fixamente porque? o que é que me fizeram? Eu estou sem vida...
Quando toquei no meu corpo gélido uma voz la do fundo soou na minha cabeça antes de acordar "Eu matei-te".
Acordei com um grito ensurdecedor, que se ouviu em todo o lado. Acordei com lagrimas nos olhos e completamente frustrada com a dor que sentia, que escondera durante anos. Não conseguira evitar de me transformar num monstro outra vez e destruir tudo a minha volta com o odio e revolta que sentia naquele momento. Depois de desanuviar a raiva que sentira daquele sonho, olhei a minha volta e estava tudo destruido, como estava a minha vida, agora mais do que nunca.
Estava num sitio completamente estranho, aprisionada passando por um teste, sozinha. Não conhecia ninguém e não tinha o micas para me apoiar, nos momentos mais dificeis. Aquele era o pior que alguma vez tinha passado.
Empurrei os bocados de madeira de cima da cama, para voltar a deitar me nela. Não queria adormecer outra vez, não queria voltar a sentir aquele odio nunca mais, queria deixa lo guardado e perder as chaves com que o trancara.
Quase fechando os olhos, ouço alguem bater a porta.
-Akasha? Esta tudo bem querida?- Perguntou Donavon. De subito levantei me da cama e abri lhe a porta.
-QUE HORROR!- Exclamou ele com imenso espanto. -Que aconteceu aqui? Estas bem? Alguem te fez mal?- Perguntou cheio de preocupação.
-Calma, eu passo ja a explicar o que aconteceu aqui. Tive um sonho com as pessoas que me magoaram, e nesse sonho eu estava morta, quando acordei ouvi uma voz dentro da minha cabeça a dizer me "Eu matei-te" e nao aguentei a dor que senti, foi tão forte, a raiva, o ódio, foi tanto que transformei me num monstro e destruí tudo a minha
volta.. peço desculpa por te ter arruinado o quarto por completo mas nao consegui conter o sentimento...- a primeira lágrima que me escorria pela cara, depois de tantos anos a esconder os sentimentos que sentia.
Donavan veio para ao pe mim e abraçou me, ao meu ouvido susurrou...
-Não chores, tudo irá ficar bem um dia. Os teus sonhos irão tornar se realidade e o teu mundo será a tua alegria. Neste mundo tens de deixar o ódio fluir, para o libertares. Uma vez liberto terás o teu coração aberto para ti, para quem te quizer amar.-
-Donavan... muitas vezes penso que estou a enlouquecer. Esta errado, eu não posso descontrolar me desta maneira, tenho de aguentar o que tenho...-
-Não, tens de te libertar dessa dor. Grita para quem quizeres que saiba, o que tu sentes.-
-Ninguem irá compreender- disse.
-Podem não compreender, mas de certo iremos apoiar te querida. Estás melhor?- Perguntou Donavan olhando me nos olhos e limpando me as lagrimas.
Sorri e abanei a cabeça afirmando positivamente.
-Então minha querida, compõe te, veste te. Estarei aqui com algumas pessoas que iras conhecer hoje e ajudaremos-te com esta confusão. Ja volto.- disse num tom alegre e foi se embora.
Levantei a cabeça e fui me vestir. Ajeitei ainda um pouco o quarto mas alguem bateu a porta, apressei me para abrir.
-QUERIDA! vou te apresentar algumas pessoas que estão aqui tambem. Esta é a Liza, o Andrew, a Nadine e o Micas.-
Cada vez que ele dizia um nome eles davam um passo a frente. O micas chamou me mais a atenção, nao so por ser o nome do meu gato mas também por ter a cor de cabelo igual a dele o que achei bastante engraçado.
Todos ajudaram a arrumar o meu quarto, foi um dia digamos que bem passado. Pouco depois o Donavan fez uma excelente surpresa.
-Eu sei que tu não consegues viver sem isto.- De tras das costas tirou a guitarra que mais gostava do meu quarto.
Os meus olhos brilhavam - Obrigada.- abracei me a ele.
Ja no jantar, Micas nao parou de olhar para mim, e achei estranho porque parecia algo normal, era uma sensação reconfortante.
Depois do jantar cada um foi para o seu quarto. Quando cheguei ao pe da minha porta, senti uma presença atras de mim, virei me e vi o Micas.
-Olá.- Disse me ele com uma cara um pouco assustada.
-Ola, o que estas aqui a fazer Micas?-
-Ehr, eu... queria te convidar para...- hesitou deixando um ambiente silencioso.
-Sair? Passear? Andar? o que?-
-...estar um pouco contigo.- disse um bocado baralhado.
-Querias me convidar para estares um pouco comigo?...Que?...- disse tambem baralhada.
-Ehr.. deixa la não ligues eu...- hesitou..- eu so gostava de estar um pouco contigo...-
olhei para ele, continuando um pouco baralhada.
-Ok.. queres entrar?- mal disse isto ele foge para dentro do meu quarto.
Pensei para os meus botões "muito estranho ou muito maluco" e entrei no quarto onde ele estava esticado ao comprido na cama.
Fiquei a olhar um bocado para ele espantada com aquele comportamento.. Parecia o mesmo comportamento do meu gato quando chegava a casa. Ele olhou para mim e apercebeu se do meu estado petrificado a olhar para ele como se ele fosse um alien, e sentou se encolhido a um canto.
-O que foi?- Perguntou me ele numa voz melodiosa e familiar.
-Ah..Ah desculpa eu não queria.. pois.. entao e queres falar sobre alguma coisa?- perguntei com um sorriso.
-Sim..não..- disse ele baralhado, e olhei para ele ainda mais baralhada.
-És de onde?- Tentei perguntar lhe, ele olhou para mim e reparei que ele tinha um olhar muito familiar também. Tentei aproximar me um pouco e ele aproximou se de mim, quando me olhou nos olhos senti um conforto enorme, parecia que estava em casa a olhar para o micas. Ele aproximou se um pouco mais e eu comecei a ficar assustada, quando ele se apercebeu saiu dali a correr, tão depressa que quase que nem o vi. O que é que se esta a passar aqui? Primeiro o sonho em que enlouqueço e agora aparece me um rapaz que é muito parecido com o meu gato? Em que mundo é que eu estou afinal?
terça-feira, 26 de abril de 2011
Motel de Sonho

Mais um dia de trabalho tinha passado e voltava para casa. Estava com um estranho receio de estar algo atrás de mim, alguém me perseguia e logo não liguei muito.
Será que fiz algo de errado? Será que descobriram a minha identidade? Pensei.
Cada vez andava mais depressa, pelas ruas escuras onde a luz dos candeeiros da cidade não chegavam. Cheguei a minha rua finalmente, corri para o prédio, peguei nas chaves nervosa e abri a porta. Corri pelas escadas e quando entrei em casa...desmaiei.
Ai que dor de cabeça do camandro! - disse meio abananada.
Olhando a minha volta estava um mundo completamente diferente! Estava num quarto onde havia tudo aquilo que queria.
- Onde é que eu estou?!- disse dando um salto da cama macia onde estava deitada.
- Aaah! Vejo que acordas te minha querida, como estás? - Perguntou um homem que estava sentado a um canto, numa cadeira de madeira com repouso para os pés.
- Quem és tu? - Perguntei um pouco assustada.
- Ah! Que cabeça a minha, não me apresentei, que parvoíce! - disse batendo com a mão na testa.
- Desculpa querida, eu sou o Donavon Gobleu, dono deste enorme motel de sonho! Não é fantástico?!- disse quase cantarolando, na sua voz calma e um pouco
esganiçada. Ele vestia um smoking vermelho, uns sapatos de verniz brilhantes e uma cartola a condizer, usava uma bengala com uma espécie de bola de cristal
na ponta.
- Motel de sonho? - inquiri.
- Sim! Diz la que este teu novo quarto não é de sonho! - Disse felicíssimo.
- Meu novo quarto de sonho? O que?... Só podes estar a brincar comigo! Eu tenho casa e o meu quarto é lá Don...- não me deixou acabar o seu nome.
-Oh tu ainda não sabes, mas eu explico-te meu bem. Ora a nossa pequena historia começa assim...
A minha missão era seguir a "Seita" e descobrir o que faziam. Na noite em que os segui, vi com os meus olhos o que estes rapazes faziam para manter o equilíbrio na sociedade, entre o bem e o mal. Infringi umas regras e tu sabes bem quais são.
A partir daí comecei a perceber o conceito deles e durante muito tempo pensei bem no que queria fazer e no que tinha feito. Deixei as missões, e o grupo
dos kira seguiram me durante muitos anos, ate que lhes expliquei o que se passara. Custou me muito ate que eles compreendessem as minhas escolhas, ate que aceitaram um contracto que lhes propus.
Todos os participantes da Kira.Corp vem para aqui após algumas missões concluídas para saber o que realmente querem. Aqui damos te opção de escolha durante o tempo que tu quiseres. Podes continuar a tua vida normal, sem sujares mais o teu nome com os Kira, ou podes continuar a ter a tua vida dupla.
- Ou seja eu estou aqui para escolher entre uma vida normal e uma vida aborrecida sem pingo de acção continuando a deixar o mundo sujo com pessoas que não
prestam! - disse revoltada.
Donavan olhou para mim com uma expressão sorridente. - Querida tens muito que aprender, mas não te preocupes, tenho a certeza que vais gostar de cá estar!
E vais aprender muitas coisas novas!- Disse radiante.
- Oh não! Akasha desculpa vou ter de me ausentar, mas se precisares de algo não hesites em tocar no botão cor de laranja da campainha, ate te podem trazer
comida ao quarto, não é fantástico?! Estas a vontade minha querida... - disse sorrindo e deixando um rasto de fumo ao meu lado, onde estava sentado.
Fiquei completamente inexpressiva com o que se passara! O que será que me vai acontecer? Onde Estarei? Que loucura é esta?!
domingo, 20 de junho de 2010
O Sonho
Acordei no meio do circulo com o pentagrama com os rapazes encapuzados a minha volta, todos eles estavam de pe a minha volta, olhando me friamente.
Um deles afasta se para ir buscar um objecto que nao percebi o que era.
O medo estava cada vez mais a apoderar se de mim.
Um deles começou a recitar palavras numa lingua que desconhecia.
A minha mente apagou se e apenas estava ali imovel, nao queria mexer me.
A minha volta estavam a salpicar o chão com algo, no escuro não conseguia perceber bem o que era, ou de que cor era.
Algo sufucava me por dentro, a pouco e pouco comecei a sentir uma paz.
Não sentia sofrimento, nem qualquer tipo de dor, sabia que eles estavam la.
Um deles aproximou se da minha face e suspirou palavras que não compreendia, desceu para o meu ouvido e continoou a suspirar palavras, cada vez sentia mais
paz. Por instantes pensei que teria morrido, naquele ritual.
Mas algo começou a apoderar se da minha mente. Conseguia ver os momentos mais felizes da minha vida. De subito as memorias apagaram se e apenas vinha o
sofrimento, as lagrimas escorriam dos meus olhos, passando pela minha face e encontravam o chão. As imagens de tudo o que se passara continuavam a
aparecer e cada vez pior, o sofrimento que sentia passou a uma dor tão forte que não conseguia explicar. Contorcia me no chão com a dor que sentia e a minha voz queria soltar se, começei a gritar com tanta força que parecia que me estavam a matar por dentro. As lagrimas escorriam, os gritos cada vez vinham mais
alto e contorcia me. As imagens não paravam de passar, talvez estivesse realmente a morrer por dentro e por fora. Imovel sem pensamentos toda a minha mente tinha
morrido... mas continuava a poder pensar, conseguia ver e estava com uma fome insaciavel. Eles continuavam ali parados a observar me.
Um deles estendeu me a mão para me levantar.
Conseguia sentir, equilibrar me e andar, embora um pouco cambaleante.
Olhei por cima do meu ombro e um deles atacou me pelas costas com um punhal em direcção ao meu coração...
Acordei com um salto e caí da cama...Era apenas um sonho. Tremula voltei para a cama onde estava o micas deitado aos pes. Arranjei me, tentei não pensar no sonho
e segui para mais um dia de trabalho.
Um deles afasta se para ir buscar um objecto que nao percebi o que era.
O medo estava cada vez mais a apoderar se de mim.
Um deles começou a recitar palavras numa lingua que desconhecia.
A minha mente apagou se e apenas estava ali imovel, nao queria mexer me.
A minha volta estavam a salpicar o chão com algo, no escuro não conseguia perceber bem o que era, ou de que cor era.
Algo sufucava me por dentro, a pouco e pouco comecei a sentir uma paz.
Não sentia sofrimento, nem qualquer tipo de dor, sabia que eles estavam la.
Um deles aproximou se da minha face e suspirou palavras que não compreendia, desceu para o meu ouvido e continoou a suspirar palavras, cada vez sentia mais
paz. Por instantes pensei que teria morrido, naquele ritual.
Mas algo começou a apoderar se da minha mente. Conseguia ver os momentos mais felizes da minha vida. De subito as memorias apagaram se e apenas vinha o
sofrimento, as lagrimas escorriam dos meus olhos, passando pela minha face e encontravam o chão. As imagens de tudo o que se passara continuavam a
aparecer e cada vez pior, o sofrimento que sentia passou a uma dor tão forte que não conseguia explicar. Contorcia me no chão com a dor que sentia e a minha voz queria soltar se, começei a gritar com tanta força que parecia que me estavam a matar por dentro. As lagrimas escorriam, os gritos cada vez vinham mais
alto e contorcia me. As imagens não paravam de passar, talvez estivesse realmente a morrer por dentro e por fora. Imovel sem pensamentos toda a minha mente tinha
morrido... mas continuava a poder pensar, conseguia ver e estava com uma fome insaciavel. Eles continuavam ali parados a observar me.
Um deles estendeu me a mão para me levantar.
Conseguia sentir, equilibrar me e andar, embora um pouco cambaleante.
Olhei por cima do meu ombro e um deles atacou me pelas costas com um punhal em direcção ao meu coração...
Acordei com um salto e caí da cama...Era apenas um sonho. Tremula voltei para a cama onde estava o micas deitado aos pes. Arranjei me, tentei não pensar no sonho
e segui para mais um dia de trabalho.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Agente Akasha ARIK 01 Primeiro

Quando acordo do meu mundo depois de dormir... ainda um pouco ensonada, questiono me... terei o direito de me armar em deus? Sera que a nossa vida terá um rumo de justiça e isso tudo começa desde o
dia em que chegamos a vida?
O facto é que ninguem sabe responder a estas perguntas
Hoje acordei num estado de reflexão, estas perguntas atormentaram me o dia todo e o trabalho hoje foi muito despistado...
Terei eu capacidade de enfrentar o desafio desta semana? Espero que não seja tão complexo, ou entao terei medo de falhar...
Mais um dia de trabalho extremamente stressante, hoje não estou com cabeça para nada... Sento me no meu sofa ponho a musica alta e tento nao pensar... fui um pouco interronpida pelo meu gato, mas é o menos, mesmo com ele a meu colo eu tento
concentrar me no vazio...
O telefone toca, ja sei que são eles...
Com a vez tremula concentro me e tento estar atenta a missão, escrevi para o caso de nao conseguir lembrar me.
KIRA
Bando Strattoveris, Observar e tentar aniquilar o membro pricipal, se possivel todos os membros.
Descobrir o segredo.
00h20m
Chove a potes e estou na rua mais escura a espera de um sinal do bando...Sento me no chão do beco e fumo um cigarro tentando acalmar me, quando oiço um barulho
de vozes ao fundo.
Foda se nem me dão 10m para fumar...
00h25m
Quadro rapazes tiram os capuzes da capa negra, mal consigo ver as suas feições...
Falam sobre a vezinha que conseguiram ver nua pelo telescópio?! Mas que merda de missão é esta?! Mandaram me espiar e matar quatro gajos pervertidos?
O ultimo menbro abriu uma porta no beco escuro, chamou lhes estupidos e entraram...
Tinha de arranjar uma maneira de la entrar...
Tentei subir o edificio do lado de fora, pelos tijolos mais sobressaídos e consegui chegar ao terraço. Todos os cinco estavam numa especie de ritual, concentrados em algo que nao conseguia ver bem, a escuridão era imensa. Estou tão tensa que hoje
tenho um presentimento que algo me vai correr mal. Tento aproximar me mais um pouco sem fazer barulho.
Quando ponho a mão no vidro do chão do terraço, nao aquenta e caío, entre vidros estilhaçados fico estendida no chão mesmo no meio de um pentagrama mal ilumado
pelas velas acesas a toda a volta.
O primeiro pensamento que me ocorre é a morte.
No meio dos encapuzados, com olhares frios para mim. Fiquei parada no meio tempo sufeciente para fazerem algo, mas não se mexeram, apenas estavam ali a olhar para mim possivelmente a espera que me mexesse. Tentei levantar me assustada, mas nada fizeram...
Um pouco assustada pelo silencio e a calma que estava a minha volta, saí de dentro do pentagrama, pensei em fugir, mas como não se mexiam tentei tocar em alguem.
Mas nada aconteceu, aproveitei a oportunidade para ver o livro que estava a frente deles. O que li deu me a entender que estavam num estado de trance que nao os deixava sair do corpo. Eles estão todos inconscientes, e não sabem o que fazem... por outro lado teem bem a consciencia do que estão a fazer. Afastei me quando um dos rapazes
encapuzados se levantou. O medo apoderou se de mim, o meu coração quase que
saltava, mas mesmo assim tentei acalmar me...
-Encontrar te ei uma vez mais...
Hesitei por um pouco o que ele me dissera...
-Não iremos ficar por aqui disso podes ter a certeza.
Enfrentei o, apenas fez um sorriso de labios e voltou ao estado em que os outros estavam...
A oportunidade perfeita para aniquila los... mas assim nao conseguiria descobrir o que me esperava ou o segredo que eles guardavam. Tentei cumprir a missão
mas nao consegui.
02h35
Missão falhada.
Quando saio do edificio penso, não falhei, apenas adiei para uma altura menos repentina. Os Kira não vão ficar muito contentes com a minha decisão, mas
que se lixe... Irei descobrir...
Cheguei a casa fui tomar um banho para relaxar,sempre com as questoes na cabeça agora a piorarem...
Hoje vai ser uma longa noite de sonhos inesplicaveis.
domingo, 13 de junho de 2010
KIRA Corp 1

Akasha...Que vida infernal!
Um anjo na terra com um interior diabolico. Convivendo feliz, com uma vida normal, sofrendo horrores no seio familiar desde petiz. Achando os humanos nojentos... Que sociedade de merda!
Profissão: Designer, trabalha com musica tambem. Banda? Phazel, na qual toca guitarra e é vocalista.
Faz o possivel para sobreviver á sua vida quatidiana. Segredo? Talvez nem o queiram descobrir...
Terça-feira, mais um dia cansativo e stressante de trabalho, tomo um banho, ponho uma musica e relaxo. Sentada no sofá com o meu gato micas ao colo a ouvir musica de olhos fechados. Sonhando acordada, o proximo concerto vai arrebentar... O telefone?
a tocar a esta hora? Foda-se... tenho de me apressar.
É URGENTE!
Missão de Hoje: Entrar no bar "Ênfaze" encontrar o
Baltazar. Não deixar vestigios.
Associação KIRA.
Ênfaze 01h30m
Luzes, alcóol e uma musica de merda. Nunca gostei deste bar. Tanta gente como é que o vou encontrar? "Traz vestido uma T-shirt amarela, calças de ganga
á boca de sino". Vamos la dar alpista ao canario...
Procuro no balcão, parece que não, talvez nas mesas.
Mesa do canto as 02h.
Peço uma rodada para aquela mesa a barmaid, peço para dizer que é de uma ademiradora anonima, perto do balcão. As bebidas chegam a mesa, riem se de satisfação. Aqueles porcos...
Olham para o balcão a perguntar se quem seria que lhes
tinha pago a rodada. No ouvido de uma rapariga meio despida susurro palavras que fazem trocar de olhares com o canario.
Grupo sai do bar as 02h45m.
Vou la para fora, vejo a cena mais doentia.. quatro homens nos seus 50 anos a tentar violar duas raparigas nos seus 20 anos.
Mas aquela merda nao falha.
Saída do bar Ênfaze 03h
Grupo baltazar abatido, duas miudas salvas e nada de bofia.
Foda-se mas que dia de merda. Noite merda foi, mas pelo menos... menos um grupo de pedofilos.
Chego a casa, mais um banho e vou dormir.
---//---
Associação KIRA
Fundada por Merkan
O mundo não presta, precisa de ser limpo.
A todos os que partilham dos mesmos ideais e queiram
ser cavalheiros ou cavalheiras dos KIRA teem de se responsabilizar
por seus actos. Jamais deverão revelar seus nomes ou mostrar a cara,
ou sequer falar da associação. Quem desrepeitar estas regras tão
simples sera alvo dos proprios membros.
As missões serão feitas nos locais mais proximos, os
obejctivos serão dados na hora.
com os melhores cumprimentos dos KIRA
terça-feira, 3 de março de 2009
Mundo Maravilhoso - A Tragédia

-Queremos todo o vosso dinheiro!- Gritou um homem de voz grossa com uma arma apontada aos dois, de cara tapada com uma meia.
-Mas nos não temos nada para dar.- disse Chikako com voz tremula.
-Acredite em nos acabamos de chegar a esta cidade.- disse pondo me a frente de Chikako.
-Não acredito! Deem me dinheiro ou matovos!-
-Escute nao tem de acreditar, tem de ver com os seus proprios olhos! - disse tirando os bolsos para fora onde nao tinha nada la dentro.
-Vê eu nao tenho nada!-
-Eu tambem não!- mostrei lhe a minha carteira vazia.
Quando Chicako põe a mão no bolso do casaco o homem aperta o gatilho.
-Chikako...- Os meus olhos desvanecen-se em lagrimas e o meu coração apesar de amar o homem que caiu no chão, enchia-se de odio por quem o tinha
matado.
-Chikako...não...volta para aqui...eu disse que era loucura...- juntei os meus labios ao dele. Lagrimas escorriam dos meus olhos caíndo sobre a face dele.
-Vais arder no inferno...Sejas la quem fores!- olhei para tras nao vi ninguem, quando me virei taparam me a boca, tentei lutar mas fui fraca.
-Onde estou?-
As minhas mãos estavam atadas, as minhas pernas tambem. Estava no chão frio de uma casa perto de uma janela. Ouvi alguem falar e subir a
escada. Fingi estar ainda adormecida. Quando ja nao ouvi ninguem levantei me e chamei o falcão que me levou para onde nunca deveriamos ter
saido.
-Bem vindos de volta ao nosso Mara...-olhando triste perguntou
-Mae...que aconteceu ao Pai?-
-Sabes bem...Nao vou repetilo...Fico aqui contigo ate teres idade sufeciente para te deixar sozinho.-
Apesar do lugar ser maravilhoso ja nao fazia nada com gosto.
Anos passaram-se consegui sobreviver para quem ficara, meu filho trazia-me sempre Chikako a memoria.
Sabia o que ia fazer e não se opos.
Anos passaram e eu parti para o local onde ele tinha ficado e pedi para recordar esse dia para voltar atras e reviver aquele momento. No passado onde estava o assaltante, quando ele disparou eu estava nos braços dele, onde iriamos morrer os dois.
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- agosto 12 - agosto 19 (1)
